Rio de Janeiro e Cultura

O Rio de Janeiro continua lindo!!!

Vou falar de algumas mulheres vanguardistas (do início do século XX) e de seus projetos, que tanto enriqueceram a cultura do Rio de Janeiro. Graças a elas temos mais cultura e coisas bonitas preservadas para ver no Rio de Janeiro. Conto também do projeto de um homem que vingou devido a sua perseverança e determinação. E como não podia deixar de ser conto um pouco como e onde foi o Reveillon.

1 – Casa da Cultura Laura Alvim

Conheci numa viagem à Índia, Stella Marinho, uma mulher muito bonita e simpática que fazia parte de um grupo organizado pelo monge budista Gustavo Correa Pinto. Ela me contou na época a história de Laura Alvim, que achei muito interessante. Stella foi diretora da Casa de Cultura de 1987 à 1991. Quando voltamos ao Brasil fomos fazer uma visita e conhecer a Casa de Laura Alvim e todo seu trabalho. O museu da Casa de Cultura é aberto à visitação e aconselho um tour pela casa, pois visita-se a parte íntima da casa dos Alvim (quarto e o closet com as roupas de Laura) e é super interessante. Stella além de sua simpatia de nos contar tudo sobre Laura, nos ofereceu um jantar em sua casa, na Estrada da Pedra Bonita, maravilhosa. Stella foi a primeira mulher de Roberto Marinho e mãe de seus cinco filhos. Infelizmente teve uma morte trágica há alguns anos.
Laura Alvim foi, literalmente, a primeira garota de Ipanema. Afinal, ela só tinha oito anos quando se mudou do Centro do Rio de Janeiro para morar num casarão em frente ao mar. Isso em 1910, quando Ipanema não passava de um areal imenso, sem iluminação, cercado aqui e ali por alguns cajueiros e pitangueiras.

 

Laura Alvim

Filha do médico Álvaro Alvim, pioneiro no uso dos raios-X no Brasil, e neta de Angelo Agostini, um dos maiores caricaturistas do Segundo Reinado, a menina irreverente cresceu cercada pela fina flor da intelectualidade da então capital da República. Passava horas devorando livros e poderia ter sido uma grande pianista, caso tivesse paciência para se submeter ao rígido horário das aulas.

Decidiu ser atriz. Pelo menos, até ouvir de seus pais que aquilo era um pouco demais. Diante da proibição, resolveu radicalizar seu apoio a todas as formas de manifestações culturais, abrindo sua casa para artistas e intelectuais. Quem passasse por lá, nos anos 20, poderia dar de cara com Bibi Ferreira, Ernesto Nazareth, Roberto Burle Marx, Álvaro Moreira, Rosalina Coelho Lisboa, Isadora Duncan, Fernanda Montenegro e Tônia Carrero.
Diz a lenda que a bela anfitriã de boca pequena, lábios finos e mãos delicadas recebeu umas 49 propostas de casamento. Ela, no entanto, jamais quis se casar. Preferiu, nos anos 50, dedicar-se ao projeto de transformar sua casa num grande centro cultural, numa espécie de homenagem ao pai, que morreu em 1928. Desde então, ela viveu sozinha com a mãe e, mais tarde, com uma governanta cearense.

Em meio ao início das obras, em 1969, sua casa se encheu de novo. Dessa vez, o casarão passou a ser habitado pelos parentes da governanta que vinham do Nordeste. Como a casa era grande, cerca de 60 pessoas chegaram a morar nos cômodos mal-acabados até encontrar moradia e emprego. Conhecida como ‘A República do Ceará’, a casa abrigava de recém-nascidos a idosos.

 

Apesar de ter vendido os terrenos que o pai possuía no Leblon, perdeu boa parte desse capital investindo na Bolsa de Valores e ficou sem dinheiro para tocar seu projeto.
Por causa de uma doença na pele, tornou-se reclusa, pois já não se sentia tão bonita e apresentável para receber as pessoas. Sem dinheiro até para alimentar-se bem, alugava os quartos do casarão e dormia no porão. No meio de entulhos, cercada por objetos desorganizados, contas, livros e uma infinidade de jornais, ela passava dia e noite desenhando e dando forma a suas idéias de transformar sua casa num importante centro cultural.
Mesmo sem recursos, ela não desistiu do ideal de usar o casarão como um meio de democratizar a arte. Recusou propostas milionárias de construtoras e incorporadoras de olho na espaçosa propriedade de 1000 metros quadrados na Avenida Vieira Souto, já a época o metro mais caro do Rio de Janeiro.

 

Embora doente, continuou a opinar sobre todos os assuntos referentes ao projeto. Em seu leito de morte, doou a casa ao governo do Rio de Janeiro, legando à cidade o casarão onde viveu por quase 80 anos. Morreu no dia 22 de março de 1984. O centro cultural só foi inaugurado após sua morte, em 12 de março de 1986. Laura conseguiu transformar seu sonho em realidade nesse magnífico projeto aberto a todos que, assim como ela, amam a arte. Em Ipanema!
Cartaz Casa Cultura Laura Alvim

Nas arcadas no fundo da casa tem um café muito simpático, com mesinhas, onde se pode tomar um lanche antes ou depois do espetáculo ou do cinema. As paredes são enfeitadas com pedras e as 245 poltronas foram projetadas por Oscar Niemeyer. Observei que a maioria do público que frequenta a Casa é da região e não muito jovem.

Em dezembro estava em cartaz a peça “A Casa de Laura” fruto de uma pesquisa feita por Susanna Kruger durante 17 anos. Anamaria Nunes borilou e costurou todo esse material para contar a história de Laura através de uma itinerância que percorre todos os cômodos do museu que era a parte íntima da casa dos Alvim.

Laura alternando entre sua juventude e sua velhice vai contando a construção da Casa dos Alvim e a transformação dessa casa no Centro Cultural. O que entremeia essa estória é o pulso vital da Laura e sua paixão pela família e pelo teatro. A peça volta ao cartaz no começo de Março. Conversei com Susanna que, além de ter feito essa dedicada pesquisa, é a produtora, diretora e atriz do espetáculo. Ela me contou que interrompem nos meses de janeiro e fevereiro devido ao calor e a casa não ter ar condicionado.

 

Após cinco meses de reformas, em setembro de 2006, foi inaugurada a Estação Laura Alvim que se compõe de três salas de cinema com todos os equipamentos mais modernos e uma dica: é o único no Rio a dispor de chaises longues, instaladas na primeira fila. A Casa de Cultura Laura Alvim é hoje um importante centro de referencia das artes no Rio de Janeiro.

2 – Toca do Vinicius – a Casa da Bossa Nova
Para quem gosta de música é imperdível. O dono é super simpático, recebe todos os fregueses muito bem, conta histórias e estórias e oferece o que há de novo no mercado de música Bossa Nova.

Carlos Alberto Afonso na Toca do Vinicius – a Casa da Bossa Nova

Quando conheci a Toca do Vinicius, anos atrás, ficava curiosa imaginando: será que ainda existem compositores criando novas músicas de Bossa Nova? Aos poucos fui percebendo que os cds “novos” são reedições novas de músicas antigas.

A Toca fica na Rua Vinicius de Moraes em Ipanema, e foi fundada por Carlos em 1993. Além de livros, cds e souvenirs da Bossa Nova, organiza pequenos concertos geralmente aos domingos no final da tarde. Não é uma loja dedicada a Vinicius de Moraes, mas sim à Bossa Nova, como me contou Carlos, numa conversa que tive com ele no dia 29 de dezembro de 2009. Quem o convidou para o projeto foi Ronaldo Bôscoli, durante uma ligação telefônica em que propôs a Carlos fazerem algo pela Bossa Nova. A partir daí a idéia começou a tomar forma. Carlos, um aficionado pela Bossa Nova desde garoto nos anos 60, conhecia bem dois nomes desse movimento, de um programa que costumava ouvir na rádio Tamoyo: Menescal e Bôscoli, este último o grande líder da Bossa Nova. O convite de Bôscoli em 93, ocorreu quase que junto com a saída de Carlos do magistério e o fez pensar em um sonho antigo não concretizado, uma causa com que sempre se preocupara: a questão político-social. Vislumbrou oportunidade única para a concretização de seu ideal ao aceitar o desafio de Bôscoli.

Vinicius de Moraes faria 80 anos em 1993 e ainda não era um produto comercial como o é hoje. Era o ícone de um segmento social estreito. A Bossa Nova, segundo Carlos, ficava limitada aos muros da classe média onde ainda permanece (apesar de já ter 50 anos).

 

Parede da Toca com fotos de vários representantes da Bossa Nova, da esquerda para a direita, sentido horário: Pixinguinha, Tom Jobim, João Gilberto, Toquinho, Ronaldo Bôscoli e Leila Diniz. Na foto maior ao centro: Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Bôscoli, Menescal e Carlos Lira. Uma preciosidade: a tela atrás é um retrato de Vinicius quando jovem, pintada por Portinari.

Ele queria alargar as fronteiras da Bossa Nova atingindo também as classes mais populares. Para Carlos, o projeto tinha que ter um conteúdo social. Em função de uma herança do Estado da Guanabara a cidade do Rio de Janeiro possui a mais numerosa rede de ensino fundamental público de toda América Latina, mesmo não sendo a maior cidade da Federação.

O projeto que apresentaram para o prefeito era ensinar sobre Vinicius e música às 750.0000 crianças da cidade do Rio de Janeiro! O pretexto para levar esse projeto para a rede pública era os 80 anos de Vinicius. O prefeito na época era Cesar Maia e concordou na hora. Queriam que fosse situada na Barra, mas Carlos bateu o pé e disse que não combinaria Bossa Nova na Barra (o que eu concordo). Carlos procurou uma propriedade do Patrimônio e achou essa pequena casa muito simpática em Ipanema. Cesar Maia instituiu por decreto o ano de 1993 como o ano de Vinicius de Moraes. Helena Severo secretária da Educação, convidou Carlos para secretariar o projeto e oficializou os canais solicitados.

Usaram a Arca de Noé, conjunto de poemas infantis de Vinicius que depois ganhou música de Toquinho, no projeto de educação das escolas, que ficou bárbaro. Bôscoli era cunhado de Vinicius, casado com sua irmã Lila, o que facilitou tudo. Carlos resolveu fazer a livraria e fazer o projeto ser auto-sustentável. Na minha opinião esse foi o principal ponto do projeto ter vingado, porque se fosse depender dos políticos… Vive as próprias custas com a venda de produtos da loja. Parece muito feliz com o seu projeto que já funciona há 16 anos. Carlos era professor e se aposentou; com a ajuda de sua família conseguiu realizar o sonho de sua vida que era concretizar esse projeto da Bossa Nova fazendo com que ela além de não ser esquecida fosse matéria obrigatória no currículo escolar. Eu diria que é um homem realizado!

3 – Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa

O palacete onde está construída a Casa Julieta de Serpa, foi fruto de uma história de amor. Demócrito Lartigau Seabra, de uma importante família de comerciantes da época, apaixonado por sua mulher Maria José, quis dar a ela de presente a mais bela casa do Rio de Janeiro. Contratou um arquiteto francês e mandou vir da Europa todos os materiais para a construção e para a decoração do palacete, desde vitrais e parquets até a prataria. Graças ao tombamento da casa em 1997 pelo Departamento Geral do Patrimônio Cultural e da Secretaria Municipal de Cultura, os herdeiros não conseguiram vendê-la para a construção de um prédio (sorte nossa). O educador e antiquário Carlos Alberto Serpa de Oliveira comprou o palacete em 2002 e instalou a Casa de Cultura, dando a ele o nome de sua mãe, Julieta de Serpa.

 

Casa de Cultura Julieta de Serpa

Hoje além de exposições funcionam o restaurante Blason com menu francês, o Bistrô BS para refeições mais leves, o Piano Bar J Club onde se pode ouvir uma boa música e o Salão de Chá D’Or que serve chá de diversos sabores e iguarias de dar água na boca. Durante o chá, em algumas épocas, são encenadas peças com atores que hoje formam a Cia. de Teatro da Casa Julieta de Serpa.
Podem ser realizados eventos e exposições. Uma exposição que marcou foi a de Terezinha Solbiati Mayrinque Veiga, com curadoria de Hildegard Angel. Valeu a visita!!

4 – Fundação Eva Klabin

Havia duas irmãs tipicamente francesas — dessas que adoram estar sempre bem informadas a respeito de circuito cultural —, cujo objetivo na vida era conhecer cada um dos museus da França. Ao final de suas vidas, depois de terem visitado todos os museus possíveis e imagináveis, chegaram a conclusão que só faltava um único tipo de museu: o museu da vida (estória contada pelo professor Ulpiano Bezerra de Meneses, na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro em 2000). Isso nos remete a Ema (que também fez uma Fundação de sua casa em São Paulo – vale a pena visitar, precisa marcar hora) e a Eva Klabin.

 

Eva Klabin

Eva era muito parecida com seu pai Hessel, autoritária como ele, um grande colecionador de pratas. Contrariando o pai, casou-se com Paulo Rapaport, austríaco, naturalizado brasileiro na década de 30, que trabalhava para Assis Chateaubriand. Nos anos 40 já tinha perdido o pai, a mãe e a irmã caçula. Além de todas essas tristes perdas descobre que não pode ser mãe. Compram a casa da Lagoa (que era bem menor do que o tamanho atual) e algumas obras de Pietro Maria Bardi, que era então assessor de Chateaubriand.

Começa aí a coleção de Eva Klabin. Ela anteviu, talvez, por ser muito intuitiva que iria tornar-se uma grande colecionadora. Resolve então transformar sua casa em museu. Vale a pena uma visita à Fundação Eva Klabin. A casa é maravilhosa! É impressionante o número de obras do acervo que ela reuniu ao longo dos anos, e que cobre vários períodos da história: é uma viagem sobre arte. Cobre desde a arte do Egito antigo, mundo greco-romano, pinturas clássicas dos séculos XVI, flamengas do século XVII e inglesas do século XVIII, arte gótica, arte oriental, enfim os mais importantes ícones da cultura do passado e formadores da cultura atual. Tudo é muito bem cuidado e conservado.
Fundação Eva Klakin

 

Eva era uma mulher muito especial; depois que ficou viúva e ter cumprido um período de luto, muda o preto pelo vermelho, tinge os cabelos de tom cenoura e passa a ter um vida boêmia. Troca o dia pela noite, em suma, resolve fazer uso do seu dinheiro e de sua liberdade. O guia nos contou na visita que Eva tinha dois turnos de empregados: o noturno começava às 19 horas e terminava às cinco da manhã (inclusive sua secretária). Contou também que Eva recebia pessoas ilustres do mundo todo em sua casa, sempre depois da meia-noite, tais como: Kissinger, Shimon Peres, Juscelino Kubitscheck. Seus jantares permaneceram na estória da sociedade carioca pelo requinte e arranjo de flores fantásticos de seu amigo Burle Marx.

A casa era e é sempre escura, mesmo de dia, o que causou no início um certo desconforto para o curador Márcio Doctors, até ele se acostumar que para Eva era imprescindível viver à noite. Eva Klabin soube aproveitar o que a vida tem de melhor: viagens (Europa, Oriente), melhores hotéis (Meurice em Paris, Claridge em Londres, Excelsior em Roma), jóias de griffe (Boucheron, Cartier). Suas malas Vuitton eram tão grandes que tinham que ser levadas por transportadora para o cais do porto. Eva viveu em grande estilo, e nos deixou esse maravilhoso legado, o que só temos a agradecer.
Para se visitar a Fundação é necessário marcar hora. Outra curiosidade: fique atento porque às vezes levam peças de teatro itinerantes, dessas que o público acompanha os personagens pela casa afora, que acredito deve ser muito interessante.

5 – Villa Riso

A sede da fazenda “São José da Alagoinha da Gávea” propriedade do Visconde de Asseca, data de meados de 1700, e abrangia uma enorme área que se estendia da Gávea até Jacarepaguá e Tijuca.
Anos mais tarde a propriedade, já desmembrada, foi adquirida por Ferreira Viana, Conselheiro Imperial e Ministro da Justiça do II Império. Nesse período a fazenda recebeu hóspedes ilustres, como o Imperador D. Pedro II, que pessoalmente plantou cinco das seis imponentes palmeiras imperiais, ainda hoje guardando a casa. A atual biblioteca testemunhou outro momento importante da memória de nosso país: a redação pelas mãos do Conselheiro Ferreira Viana da Lei Áurea, responsável pela abolição da escravidão.
Em 1932 a casa passou às mãos do italiano Comendador Osvaldo Riso. Em 1906, com apenas 29 anos, o comendador veio exercer o cargo de diretor geral e de relações internacionais do Banco da Itália, no Rio de Janeiro. Desde sua primeira visita ao país, tornou-se um entusiasta pelo desenvolvimento cultural local e pelo estreitamento das relações comerciais entre Brasil e Itália. Quando de sua instalação definitiva no Brasil em 1927, tornou-se um incentivador do movimento pela criação da Orquestra Sinfônica Brasileira, e sua casa passou a fazer parte obrigatória do calendário cultural do Rio de Janeiro. Promovia saraus, concertos, exposições e também o encontro entre jovens talentos e artistas internacionalmente consagrados.
Nos anos 80, Cesarina, a primogênita do Comendador Riso deixa a Itália e volta a morar no Rio de Janeiro. Decide reestruturar e adaptar a antiga mansão apostando no potencial turístico e comercial da cidade. Assim formou-se a Villa Riso, uma casa que conta um pouco da história da antiga capital do Império e do passado do Rio de Janeiro. Nos dias de hoje ainda tem como ponto fundamental, servir a cultura e a arte, promovendo eventos através de seu Centro Cultural e Galeria de Arte. Oferece também espaço para eventos corporativos e privados.

 

Villa Riso fachada

 

6 – Réveillon no José Hugo Celidônio

Os ares de Ipanema estão mais saborosos depois que o chef Zé Hugo Celidônio abriu em Agosto/09 as portas de seu novo restaurante: o Gourmet Praia, instalado na Vieira Souto. Conheço o Zé Hugo há mais de 30 anos, antes mesmo dele abrir seu primeiro restaurante, porque, não sei se vocês sabem, ele é paulista. Freqüentei todos seus restaurantes: Flag (Rio e depois também em São Paulo), Club Gourmet em frente ao cemitério, depois junto com o Ricardo Amaral o restaurante do César Park, que servia feijoadas no sábado (com pernil!! Que é muito raro em feijoada, e é divino!).
Seus cursos de cozinha são famosos, escreve no Jornal do Brasil sobre Gastronomia e receitas (das quais já fiz várias e não tem erro). Dito isso, fomos jantar no seu novo restaurante no dia 31. Estava ótimo, comida maravilhosa!! Parecia uma festa na casa de um amigo, sem lugar marcado, nos divertimos muito e até deu para ir ver os fogos a pé em Copacabana.

 

 

José Hugo Celidônio

 

Depois da praia, deixe de preguiça e vá enriquecer um pouco sua alma com Arte!

Boa viagem!

Serviço

Casa de Cultura Laura Alvim
Avenida Vieira Souto, 176 – Ipanema,
Rio de Janeiro – RJ, 22420-000
Tel: (21) 2332-2015

Toca do Vinicius
Rua Vinicius de Moraes, 129 C – Ipanema
Rio de Janeiro – RJ, 22411-010
Tel: (21) 2247-5227

Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa
Praia do Flamengo, 340 – Flamengo
Rio de Janeiro – RJ, 22210-030
Tel: (21) 2551-1278

Fundação Eva Klabin
Avenida Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa
Rio de Janeiro – RJ, 22471-000
Tel: (21) 3202-8550

Villa Riso
Estrada da Gávea, 728 – São Conrado
Rio de Janeiro – RJ, 22610-010
Tel: (21) 3322-144

Fundação Cultural Ema Gordon Klabin
Rua Portugal, 43 Jd.Europa
São Paulo – SP, 01446-020
Tel: (11) 3062-5245

Gourmet Praia
Av. Vieira Souto, 234 – Ipanema
Rio de Janeiro ––22460-000
Tel: (21) 2267-8790

Colaboradora: Virginia Figliolini Schreuders

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