Para começar o ano nada melhor do que chamar a atenção para alguns lugares especiais do Rio de Janeiro. Começando pelo maravilhoso Jardim Botânico, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, é um lugar super gostoso para passar umas horas, principalmente no verão onde costuma ser mais fresco.
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Jardim Botânico – Foto Internet
Fundado em 1808 por Dom João VI na época Príncipe-regente, para aclimatar as mudas de espécies que vinham do exterior, o Jardim Botânico tem hoje mais de oito mil tipos de plantas e flores do Brasil e de outras partes do mundo. Encontra-se em uma área total de 137 hectares (54 deles de área cultivada) e promove estudos de vegetais de diversas regiões do país.

Dentro do parque há dois museus, o Botânico, que possui um grande acervo de documentos sobre o assunto e a Casa dos Pilões: antiga fábrica de pólvora que exibe escavações arqueológicas. 
Outras atrações são as estufas, o orquidário e o bromeliário, além de uma biblioteca, um café, um restaurante e uma loja super legal.

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Cartão Postal do Jardim Botânico – Foto Internet
Um pouco da história do Jardim Botânico

Em 1808, com a mudança da família imperial para o Brasil, o Rio de Janeiro foi alçado à condição de sede do império português, criando diversas oportunidades e melhorias à cidade. Entre essas melhorias destaca-se a implantação de uma fábrica de pólvora no antigo “Engenho da Lagoa” dentro do atual Jardim Botânico.

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Portão da Fábrica de Pólvora – Foto Internet
Por decreto real de 13 de junho de 1808, o Príncipe-regente dom João de Bragança (futuro rei dom João VI), manda tomar posse do Engenho da Lagoa, para criar naquele espaço o Jardim de Aclimação, com a finalidade de aclimatar as plantas de especiarias oriundas das índias orientais como: noz-moscada, canela e pimenta do reino. Em outubro do mesmo ano passou-se a chamar de Real Horto.
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Entrada do Jardim Botânico com as Palmeiras Imperiais – Foto Internet
Curiosidade: Em 1814 o Príncipe-regente trouxe para o Brasil cerca de 300 chineses (Coolies) para ajudar no trabalho do jardim a fim de ensinarem o plantio e a preparação do chá. Muitos deles abandonaram as plantações e passaram a ser vendedores ambulantes. A Fazenda do Macaco da segunda esposa de D. Pedro I, Dona Amélia de Leuchtenberg, teve cultivo de chá até 1890. Coolie é um termo usado historicamente para trabalhadores braçais da China e Índia do séculos XIX e XX.
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Coolie – Foto Internet
Com a proclamação da independência do Brasil em 1822, o jardim foi aberto à visitação pública e ficou conhecido como ‘Real Jardim Botânico.’

Curiosidade: Em 1829, foi o ano que a palmeira floresceu pela primeira vez no Brasil. Para o Jardim Botânico ter o monopólio dessa espécie, o diretor Serpa Brandão mandava tirar e queimar todos os seus frutos. Entretanto, à noite, os escravos subiam nas árvores, colhiam os frutos e vendiam na clandestinidade. E foi assim que a espécie se dispersou por todo o país.

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Palmeira Imperial no Jardim Botânico – Foto Internet
Orquidário

Patrocinado pelo Joalheiro Antonio Bernardo desde 2000, é uma estufa construída no final do século XIX, reformada na década de 1930 e restaurada em 1998. Além de abrigar mais de 700 espécies de orquídeas, abriga plantas ornamentais como antúrios, filodendros, avencas, samambaias e um conjunto de dois mil vasos com uma das mais belas coleções do Jardim Botânico.

Jardim Sensorial

É super interessante com muitas ervas, plantas medicinais e temperos. Foi criado de uma maneira que as suas plantas possam ser tocadas e cheiradas pelos visitantes. O jardim é constituído por plantas aromáticas de diversas texturas, sendo o visitante convidado a exercitar os sentidos do tato e do olfato.

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Jardim Sensorial – Foto Yeda Saigh
Jardim Japonês

Reinaugurado em 1995, apresenta ao visitante um típico recanto japonês, com o jardim de pedras, e exemplares de bonsais, bambus, cerejeiras, buquês de noiva e salgueiros-chorões. Nos dois lagos, habitados por carpas, destacam-se flores de lótus.

Ao lado você pode descansar e tomar um suco no Café Botânica.

Bromeliário

As bromélias do Jardim Botânico são lindas, não deixe de conferir: eles desenvolvem um trabalho sério e importantíssimo para a preservação da nossa biodiversidade.

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Bromeliário – Foto Pedro Henrique

Museu do Meio Ambiente

É um espaço para exposições, programas educativos e debates que estimulam a participação ativa da sociedade na discussão sócio ambiental.

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Museu do Meio Ambiente – Foto Internet

Loja do Jardim Botânico

É super simpática com coisas ótimas para comprar, desde camisetas até agendas e livros de botânica.

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Loja do Jardim Botânico – Foto Yeda Saigh

www.amigosjb.org.br

Restaurante La Bicyclette

Aberto em 2010 pelo casal de franceses Ana Gentil e Henrie Forcellino, um restaurante muito simpático, onde pode-se almoçar ou tomar um café. Henri era professor da escola Licée Français do Rio mas adorava fazer pães:  começou a produção dentro da sua garagem e vendia baguettes e croissants para os próprios professores na hora do recreio, entregando os pães de bicicleta, daí o nome. O sucesso foi imediato e logo abriram o primeiro Restaurante “La Bicyclette”.

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Restaurante La Bicyclette – Foto Yeda Saigh
Rua Pacheco Leão, 320 – Loja D, Jardim Botânico

Tel.: +55 (21) 3256 9052 / (21) 9531 5010

www.labicyclette.com.br

Espaço Tom Jobim

Inaugurado em 2003, o espaço mostra a vida e obra de Antônio Carlos Jobim em vídeos e composições, além das obras de outros grandes artistas brasileiros como Dorival Caymmi. São três ambientes: Casa do Acervo, o Galpão das Artes e o Teatro.

Espaço Tom Jobim

Tel.: +55 (21) 2274-7012

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Espaço Tom Jobim no Jardim Botânico – Foto Internet

Jardim Botânico

Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico. RJ

Tel.: +55 (21) 3874-1808

www.jbrj.gov.br

Visitar o Jardim Botânico é sem dúvida um dos passeios mais bonitos para se fazer no Rio de Janeiro!

Parque Lage

Um outro passeio interessante e muito agradável é ir ao Parque Lage. Ligado à memória da cidade do Rio de Janeiro, foi um antigo engenho de açúcar na época do Brasil Colonial e suas terras se estendiam até as margens da atual Lagoa Rodrigo de Freitas.

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Parque Lage – Foto Internet
Pertencia a Antonio Salema, governador do Rio de Janeiro no século XVI. Em 1660 passou a pertencer à família Rodrigo de Freias Mello. Um nobre inglês   em meados do século XIX, compra parte das terras e contrata o paisagista John Tyndale para projetar um jardim em estilo romântico, nos moldes das quintas européias.Em 1859, parte da fazenda passa a ser propriedade de Antonio Lage que perde a fazenda. Em 1920, seu neto o empresário Henrique Lage a compra de volta. Amante das artes, Henrique Lage apaixona-se e casa-se com a cantora lírica italiana, Gabriela Besanzoni e para agradá-la, manda construir uma réplica perfeita de um “palazzo romano”. Hoje funciona a Escola de Artes Visuais, muito ativa em sua programação.

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Jardim Parque Lage – Foto Internet
O casarão foi construído em torno de uma piscina: mármores, azulejos e ladrilhos importados da Itália são encantadores. As pinturas decorativas dos seus salões foram assinadas por Salvador Paylos Sabaté.

Desde 2004 funcionando, o Café du Lage tem uma localização muito especial: fica dentro do casarão, bem em frente a piscina e com as salas de aula e exposições à volta. Pode-se tomar todos os dias um delicioso café da manhã alem de almoçar.

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Café du Lage – Parque Lage – Foto Pedro Henrique
Os jardins que cercam a casa fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. São  organizados de forma geométrica e o entorno compreende 52 hectares de floresta exuberante, com variedades de espécies da Mata Atlântica, com trilhas que levam até o Cristo Redentor.

Rua Jardim Botânico, 414.

Tel.: +55 (21) 3257 1800

www.eavparquelage.rj.gov.br

Largo do Boticário

Bárbara Eliodoro, minha querida professora de Shakespeare e a melhor critica de teatro do Brasil, fez 90 anos e eu fui visitá-la: ela estava fazendo um strogonoff para o dia de Natal. Ela mora em uma casa histórica do fim do século XIX, no Largo do Boticário, que é um dos lugares mais antigos e charmosos do Rio. O largo fica no Cosme Velho com casarões coloniais envolvidos por um pedaço da Mata Atlântica

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Beco do Boticário – Foto Pedro Henrique
Curiosidade:

O nome Boticário é em homenagem a Joaquim Luís da Silva Souto, um boticário bem sucedido que tinha seu estabelecimento no centro da cidade e entre seus clientes a família real. Comprou terrenos no Cosme Velho e mudou-se por volta de 1831 para o Largo.

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Largo do Boticário – Foto Pedro Henrique

Existe um projeto de fazerem um hotel 5 estrelas dentro do Largo.

Hotel Boutique – Casa 32

A casa 32 do Largo do Boticário, onde morou o padrinho de Machado de Assis, é uma guest house que foi toda reformada há alguns anos: tem apenas três suítes e faz o maior sucesso, principalmente no exterior. Os príncipes ingleses Edward e Albert se hospedaram nessa casa em 1929.

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Hotel Boutique Casa 32 – Foto Internet
Largo do Boticário, 32. Cosme Velho

www.casa32.com

Solar dos Abacaxis

De 1843, é um raro exemplar de chalé neoclássico. Um aspecto pitoresco da decoração são os abacaxis de ferro forjado sobre os grades das sacadas das janelas do primeiro andar, que deram nome ao edifício. Em 1944, Anna Amélia Carneiro de Mendonça, mãe da Bárbara Eliodoro, morou lá com seu marido Marcos Carneiro de Mendonça que foi o primeiro goleiro da seleção brasileira de futebol e um historiador. O casal transformou o solar num ponto de encontro de artistas e intelectuais da época.

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Solar dos Abacaxis – Foto Pedro Henrique
Vista Chinesa

É um mirante em estilo chinês localizado no bairro do Alto da Boa Vista, dentro da Floresta da Tijuca: importante ponto turístico da cidade como uma vista deslumbrante.

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Vista Chinesa em Cartão Postal de 1911 – Foto Internet
Desde 1856, o Jardim Botânico estava ligado ao Alto da Boa Vista por uma estrada carroçável, feita pelos coolies, operários chineses, trazidos de Macau. Nessa região percebe-se uma grande presença chinesa, iniciada com a vinda de plantadores do chá, já citados acima, na época de Dom João VI.

Ilha Fiscal

Um outro passeio bem interessante é a Ilha Fiscal. Pega-se um barco na Praça XV, no Espaço Cultural da Marinha, que demora apenas quinze minutos e visita-se o prédio todo em estilo gótico-provençal, que fica na Baía de Guanabara.

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Ilha Fiscal – Foto Internet
Foi lá que aconteceu O Último Baile do Império, seis dias antes da Proclamação da República. A Ilha Fiscal continua sendo um elo entre o presente e o passado do nosso país.

Visitas guiadas – Tel.: +55 (21) 2104 6992

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O Último Baile do Império – Foto Internet 

Nunca se viu tanto luxo no Brasil. O famoso Baile ocorreu no dia 9 de novembro de 1889, em homenagem ao almirante escocês Cochrane. O evento, que reuniu toda a sociedade do Império, comemorava também as bodas de prata da princesa Isabel e do conde d´Eu. A intenção do Visconde de Ouro Preto, era de tornar inesquecível este baile, para reforçar a posição do Império, contra as conspirações republicanas.

 

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Convite do Baile – Foto Internet

Comentava-se na época o exagero dos gastos dessa festa que correspondiam a 10 % do orçamento do Rio de janeiro, para se ter uma ideia foram servido 800 kg de camarão, 300 frangos, 500 perus, 64 faisões, 1.200 latas de aspargos

20.000 sanduíches, 14.000 sorvetes, 2.900 pratos de doces, 10.000 litros de cerveja e 304 caixas de vinhos e champagne. Calcula-se que cinco mil pessoas participaram do baile marcado pelo excesso e pela extravagância.

Museu da Marinha

Antes ou depois de ir na Ilha Fiscal, no mesmo local pode-se visitar também esse museu que é bem interessante: entra-se dentro para conhecer a Galeota Imperial, um Submarino e a Nau. São embarcações portuguesas usadas para desbravar o mundo no século XVI.

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Museu da Marinha – Foto Internet
Museu de Arte Moderna do Rio – MAMO MAM do Rio de Janeiro foi criado em 1948 nos mesmos moldes do Museum of Modern Art (MoMa) de Nova York, assim como o Museu de Arte Moderna de São Paulo. Está em uma área privilegiada nos jardins do Aterro do Flamengo e é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil sem fins lucrativos. O prédio modernista é do arquiteto carioca Affonso Eduardo Reidy e o projeto paisagístico de Roberto Burle Marx.

Curiosidade:

As obras do acervo do museu, entre elas: Miró, Salvador Dalí, Max Ernst e René Magritte foram 90% destruídas no trágico incêndio de 1978, principalmente obras de Picasso. O MAM entretanto mobilizou a solidariedade de centenas de pessoas em todo o mundo, o que foi fundamental para a recuperação de sua sede e de seu acervo.

Entre 1993 e 2002, o museu recebeu uma doação de 4.000 obras de Gilberto Chateaubriand, depositado em comodato no museu em 1993,  quadros de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e gravuras de Oswaldo Goeldi, entre outros. Hoje conta com mais de 11.000 obras no seu acervo.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Av. Infante Dom Henrique, 85, Flamengo

Tel.: +55 (21) 2240 4944

www.mamrio.com.br

Restaurante Laguiole no MAM

Inaugurado em 1997 na Rua Sete de Setembro, mudou-se para o Museu de Arte Moderna em 2006. Comida contemporânea com a adega mais premiada do Brasil: são mais de 600 rótulos nacionais e importados. Atualmente foi eleito chef revelação Ricardo Lapeyre e o melhor lugar para um almoço de negócios no Rio de Janeiro.

Laguiole

Tel.: +55 (21) 2517 3129

www.bestfork.com.br

O que há de novo na gastronomia do Rio:

Boulangerie Guerin

O melhor da cidade segundo O Globo. Essa padaria de culinária francesa tem de tudo do bom e do melhor: éclairs, mousses, biscoitos, pães variados, croissants e salgados. Atenção para os macarons: feitos a mão, super frescos, deliciosos!! O chef Dominique Guerin já ganhou muitos prêmios. No Natal, Guerin fez a versão francesa da rabanada “pain perdu” e logo depois, para comemorar o dia de reis fez a “couronne des rois”uma torta de amendôas deliciosa.

Rua Jardim Botânico, 67.

Rua Bartolomeu Mitre, 630.

Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 920.

Tel.: +55 (21) 2523 4140

www.padariaguerin.com.br

Casa Carandaí

Dos mesmos donos do restaurante Lorenzo Bistrô, Nick Chaves Barcellos e Janjão Garcia, a Casa Carandaí foi aberta em 2013. Tombada pelo patrimônio histórico no Jardim Botânico, misturando um ambiente rústico, garrafas históricas de vinhos, quadros-negros e cestas de palha, além dos objetos pessoais dos donos.

Os produtos são de primeira qualidade e sempre tudo fresquinho alem de frios, saladas, massas, frango assado de primeira… O pão é especial, queijos deliciosos e umas comidinhas leves bem saborosas.

No fundo, vê-se uma grande cozinha, que mostra a fabricação dos produtos feitos na casa e um lugar para sentar e comer lá mesmo. No andar de cima, o Mezanino de Vinhos, promete agradar ao gosto mais refinado. São centenas de rótulos do mundo inteiro espalhados numa grande adega climatizada.

Rua Lopes Quintas, 165, Jardim Botânico

Tel.: +55 (21) 3114 0179

www.cascaradai.com.br

Espaço Lagoon

Projeto de Roberto Maciel, com uma frequência mensal de 40.000 pessoas: são quatro restaurantes: Gula Gula, Pax Delícia, Giuseppe Grill Mar e Quadrifoglio Caffé. Você pode ir a um desses restaurantes ou sentar na varanda que tem uma vista maravilhosa para a Lagoa e pedir um prato de cada um deles.

 

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Espaço Lagoon – Foto Yeda Saigh

Dois bares: Bar do Português e Sushi Bar; seis salas de cinema e no terceiro andar a mais nova Casa de Show do Rio, Miranda, que faz eventos para um público muito seleto. No andar térreo uma loja Empório muito bem sortida de bebidas, produtos nacionais e importados da melhor qualidade.

Lagoon

Av. Borges de Medeiros 1424, Rio de Janeiro

www.lagoon.com.br

www.mirandabrasil.com.br

Giuseppe Grill Mar

É o primeiro Giuseppe Grill de peixes e está fazendo muito sucesso! Nós almoçamos lá e comemos muito bem, recomendo!

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Restaurante Giuseppe Grill Mar – Foto Yeda Saigh
Pax Delícia

Ótima opção para um almoço descontraído! Parece que você está no deck de num navio ancorado. Sob o comando do chef Marcones Deus, o restaurante Pax Delícia oferece um menu especial! Vale a pena conferir!

Gula Gula

Essa é uma marca que tem mais de 10 anos de experiência e de sucesso. São saladas, quiches, carnes, muito bem servidas. Se você não tiver reserva, poderá esperar e ver os pratos sendo preparados pelos chefes.

Vieira Souto

Antigo restaurante do José Hugo Celidônio, fica em um casarão da década de 1930, bem na esquina da Vieira Souto com a rua Farme de Amoedo. Foi todo reformado, respeitando a bela fachada original e resgatando detalhes da arquitetura interior.
 Espaço ótimo para umas 70 pessoas, vitrais originais além de uma sacada no primeiro andar com vista para a praia de Ipanema. Pratos da culinária italiana, como assados e massas frescas. Recomendo!!

Av. Vieira Souto 234, Ipanema

Tel.: +55 (21) 2267 9282

www.vieirasoutoristorante.com.br

Forneria São Sebastião

Inaugurada no Rio de Janeiro em janeiro de 2006, a primeira filial da paulistana Forneria San Paolo foi batizada de “Forneria São Sebastião” em homenagem ao padroeiro da cidade maravilhosa. O restaurante conquistou sua identidade carioca e foram mantidas as mesmas características de São Paulo.

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Forneria São Sebastião – Foto Internet
Forneria São SebastiãoRua Anibal Mendonca, 112. Rio de Janeiro

Tel.: +55 (21) 2540 8045

www.forneria.com.br

Polis Sucos

É super gostoso comer um sanduíche e tomar um suco bem natural de frutas, (as opções são enormes) quando você sai da praia e não quer almoçar. Essa é a casa de sucos mais famosa de Ipanema e esta sempre lotada.

Rua Maria Quitéria, 70, Rio de Janeiro

Tel.: +55 (21) 2247 2518

Delírio tropical

Para um almoço saudável e barato, este é o lugar ideal. Self service à kilo, a comida é ótima, variadíssima, as saladas são divinas, tanto que é difícil não ter uma fila grande, mas anda rápido. Alem de Ipanema, tem na Barra da Tijuca, no Centro e na Gávea.

Rua Garcia D’Avila 48. Ipanema

Tel.: +55 (21) 3201 2977

www.delirio.com.br

Vídeo Jardim Botânico

https://youtube.googleapis.com/v/Y2BApuf9EUU&source=uds

TV Rio Tur

Publicado 18/10/2012

Para terminar um pensamento de Tom Jobim:

“Meu Coração é feito de música, de um mágico som de piano em clave de sol. Dentro de mim, há sempre lua. Há música para levar às pessoas. Eu vivo a vida que é simplesmente feita de cores, poemas e acordes…”

Colaborador:

Pedro Henrique de A. Pereira.

 
 

2 comentários em “Passeios pelo Rio de Janeiro

  1. Oi Yeda, tudo bem?

    Como sempre seu blog chegou na hora certa prá mim! Estou indo pro Rio na sexta, vamos comemorar o aniversário e fiquei curiosa em relação a esse restaurante Vieira Souto.

    Estava em busca de um lugar diferente para jantarmos no dia do aniversário.

    Beijão

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