Nova York II

Hoje o assunto é: alguns pontos turísticos de Nova York, que acho muito interessantes de conhecer: além de ficar a par da história de cada lugar, os passeios são muito bonitos e agradáveis de se fazer.

United Nations Organization (ONU)

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ONU – Foto Internet

A Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente com 192 países-membros, tem sua sede mundial em Nova York, graças à fabulosa doação de 8,5 milhões de dólares feita pelo americano John Rockefeller Jr. A área de 7 hectares em Manhattan, à beira do East River, é considerada zona internacional, com selos e correio próprios.

Nos jardins, além dos mais de 25 tipos de rosas, há estátuas doadas por países como Iugoslávia, Luxemburgo e Japão, que simbolizam os princípios da ONU: Não-Violência, Trabalho e Paz. O objetivo da ONU é promover a paz, a igualdade social e o desenvolvimento econômico mundial. O termo “Nações Unidas” foi usado pelo presidente americano Franklin Roosevelt e pelo primeiro-ministro inglês Winston Churchill, durante a II Guerra Mundial, para se referir aos países Aliados. Os países vencedores da II Grande Guerra fundaram então a ONU, em 24 de Outubro de 1945, com o objetivo de intervir em conflitos internacionais e evitar novas guerras.
A ONU começou oficialmente a existir após a ratificação da Carta pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança: França, República da China, União Soviética, Reino Unido e os Estados Unidos, e pela maioria dos outros 46 países signatários. As primeiras reuniões da Assembléia Geral, com 51 nações representadas, e o Conselho de Segurança, teve lugar no Westminster Central Hall, em Londres em janeiro de 1946. O atual secretário-geral da ONU é o sul coreano (porta-voz de fato e líder da ONU) Ban Ki-moon, que assumiu o posto no lugar de Kofi Annan, em 2007, e será substituído por ocasião do termino de seu primeiro mandato, em 2011.
A organização, financiada por contribuições voluntárias de seus Estados membros, tem seis idiomas oficiais: Árabe, Chinês, Inglês, Francês, Russo e Espanhol. Destaco dois importantes brasileiros que deixaram sua contribuição artística na ONU: Oscar Niemeyer, como um dos arquitetos do grupo que projetou a sede da ONU em Nova York; e Cândido Portinari, com os painéis “Guerra” e “Paz”, pelos quais recebeu o prêmio Guggenheim de Pintura (NY) em 1956.
É possível fazer um tour pela ONU e vale a pena, pois com visita guiada aproveita-se melhor o muito que há para ser visto. A visita começa com uma visão geral da Organização e sua estrutura. A maior parte do passeio consiste em conhecer as câmaras do Conselho de Segurança, Conselho de Tutela e do Conselho Econômico e Social, localizadas no Conference Building. Durante a visita, é possível observar rapidamente uma reunião. Em média, 5 mil reuniões oficiais são realizadas na sede da ONU anualmente.

Os visitantes também podem ver exibições sobre paz e desarmamento, assim como murais, mosaicos, tapeçarias e esculturas provenientes dos países membros. A parada final do roteiro é o Hall da Assembléia Geral, o maior e mais famoso salão. Em seguida, os visitantes são levados ao Public Concourse, onde está a agência de correios das Nações Unidas, a loja de presentes, a livraria e um café. Não se esqueça de fazer um passeio pelo jardim das esculturas, antes de ir embora, que é muito bonito.

Empire State Building

Construído em 1931, teve seus 103 andares erguidos em apenas um ano e um mês, tornando-se o arranha-céu construído mais rapidamente: quatro andares e meio por semana. Alguns andares foram deixados sem acabamento para que os locatários pudessem fazê-lo conforme desejassem (idéia arrojada para a época). A depressão dificultou o aluguel dos andares, gerando o apelido “Empty State Building”. A multidão que visitava os observatórios salvou o edifício da falência. O Empire State tem um vasto curriculum cinematográfico, assim como outros pontos turísticos de Nova York. É um maravilhoso exemplo da arquitetura da primeira metade do séc. XX (art deco). Ocupa na 5a. Avenida, o local do antigo hotel Waldorf-Astoria.

Em se tratando de 1931, devo mencionar alguns dados relevantes dessa grande obra: a rapidez com que foi construído, o baixo índice de acidentes de trabalho durante a obra (menos de 5 mortes, poucos feridos e nenhuma morte por queda)! O edifício tem 609.600 metros quadrados de espaço útil até 85o. andar e 66 elevadores. Os postos de observação ficam entre o 86° e o 102° andar, oferecendo uma vista panorâmica magnífica da cidade. O edifício com 381 metros de altura é mais alto 67 metros que o “Crysler Building”, seu grande rival, e 81 metros mais alto que a torre Eiffel. O custo total da obra foi de 55 milhões de dólares, foram usadas 46 mil toneladas de aço e o serviço de 7 mil pessoas (em diferentes fases), havendo momentos onde podia-se contra 2.500 trabalhadores num só dia.

Times Square

Times Square é o nome da área formada pelo cruzamento da Broadway com a Sétima Avenida, entre as Ruas 42 e 47. O jornal New York Times, para celebrar a mudança para a região que agora levaria seu nome, fez uma grande festa marcada pelos muitos fogos de artifício. Assim, em 31 de dezembro de 1904, nascia a tradição de se comemorar o Reveillon na Times Square. Posteriormente o jornal se mudou para um edifício na Rua 43.
O prédio original é facilmente localizado pelo mastro em seu topo, pelo qual desce a bola de Ano Novo. Na esquina mais famosa de Nova York, os turistas encontram cinemas, teatros, megastores e luminosos mirabolantes. A famosa comemoração de fim de ano (meia noite do dia 31 de dezembro) nesse marco importante da cidade, ainda atrai todos os anos milhares de pessoas, a despeito da baixa temperatura, de muita neve e frio, que esperam ansiosas pela contagem regressiva para celebrar a chegada do Ano Novo.
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Times Square – Foto Internet
Teatros na Broadway
Em Nova York, temos um grande emaranhado de largas avenidas, que pulsam a vida da cidade, considerada uma das mais imponentes metrópoles do mundo. Contudo, entre tantas broadways (“avenidas largas”, em português), não podemos nos esquecer daquela que é conhecida como “a” Broadway, a Avenida Manhattan Street, que hoje abriga um dos mais famosos centros de entretenimento teatral de todo o planeta.
Cravada no coração da Times Square, a Broadway congrega um grupo de trinta e nove grandes teatros profissionais que se espalham entre as ruas 42 e 53, e cortam a Manhattan Street. Mais do que um ponto turístico, o lugar estabeleceu-se como um dos mais assistidos e lucrativos dos gêneros teatrais. Na verdade, as primeiras encenações aconteceram entre os séculos XVIII e XIX, quando os espetáculos burlescos, as óperas e os dramas shakespearianos comandavam os palcos. No século XX observamos que os espetáculos musicais da Broadway dialogavam fortemente com o “american way of life”. Em suma, podemos ver que nessa fase os musicais eram constituídos por temas leves e bastante divertidos.
O tema político-social só apareceu naqueles palcos após a Grande Depressão, quando, em 1935, a ópera “Porgy and Bess” narrava a história de negros pobres que viviam no sul dos Estados Unidos. Entre as décadas de 1940 e 1950, a superação da crise econômica revigorou a sustentação desses espetáculos. Em 1943, “Oklahoma!” estabeleceu o recorde de duas mil apresentações de uma empolgante narrativa, que expunha a história de amor entre um caubói e uma jovem criada em uma fazenda. “The sound of music”, de 1959, alcançou as telas de cinema do mundo inteiro, chegando ao Brasil com o imortal título de “A noviça rebelde”.
Nas décadas seguintes, a Broadway começa a se transformar em uma verdadeira indústria de espetáculos, buscada por espectadores do mundo inteiro. Na década de 80, “Cats” – peça inspirada em poemas de T.S. Eliot, e o “O Fantasma da Ópera”, quebraram vários recordes de bilheteria, ganharam prêmios e foram adaptadas para companhias de teatro de vários países. Já nessa época, o “Tony Awards” se transformou na premiação mais cobiçada por todas as peças, que abarrotavam aquelas agitadas avenidas.

Atualmente, os teatros da Broadway se organizam na chamada “The Broadway League”, e seus proprietários gerenciam a exposição de suas peças em outros lugares do mundo. Em 2010, os palcos brasileiros vivenciam a versão do espetáculo “Hairspray”. Já nos Estados Unidos, a remontagem de “Hair”, grande sucesso dos polêmicos anos sessenta, vem atraindo uma bela fatia do público norte-americano e foi eleito um dos melhores espetáculos de 2009. Um dos melhores programas para se fazer em Nova York é ir ao teatro a noite.

Grand Central Station

 

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Grand Central Station – Foto Internet

No local onde hoje existe a Grand Central Station, já haviam sido construídas duas estações de trens. A primeira, chamada “Grand Central Depot”, inaugurada em 1871, tinha como objetivo receber os trens das 3 linhas de trens: a “New York Central e Hudson River”, a “New York e Harlem”, e a “New York e New Haven ” que entravam na cidade. No final do séc. 19 a estação foi praticamente destruída na tentativa de expandir e reorganizar a primeira, diminuindo o congestionamento de trens. Reaberta em 2 de fevereiro de 1913, com o nome de “Grand Central Station”.

O terminal como o conhecemos hoje, em estilo art deco, foi construído entre 1903 e 1913. Em 1996, passou por uma reforma de 2 anos, sendo reaberto em 1º de outubro de 1998. Vá com tempo e explore cada centímetro do terminal, como por exemplo: a fachada de colunas e as estátuas de Hércules, Minerva e Mercúrio ao redor do belo relógio; o salão principal (Main Concourse) com suas três grandes janelas de 23 metros de altura; o teto do salão principal com a pintura do céu e suas constelações, que curiosamente, foram reproduzidas invertidas; as belas escadarias; e ainda o relógio de quatro lados sobre a central de informações.

O restaurante mais famoso é o Oyster Bar: antes de ir embora, não deixe de experimentar umas ostras (de várias partes do litoral dos EUA) ou um clam chowder (a tão falada sopa de mariscos de New England. Outro ponto de interesse turístico bem próximo da Grand Central Station é o Chrysler Building (319 m altura).

Columbus Ave.

A Columbus está muito na moda em N York, muitas lojas legais, a maioria de sports abriram lá, vale a pena conferir! Em 2008, o trecho entre as ruas 14 e 31 foi remodelado. Criaram uma ciclovia e lugares para estacionar, o que deu ainda mais charme ao local, cada dia mais badalado, com restaurantes excelentes e hotéis super modernos.

 

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Columbus Circle – Foto Internet

Central Park

Central Park é um verdadeiro santuário dentro de Nova York. Localizado no coração de Manhattan, o parque abriga: um magnífico jardim de 3,4 km2, vários lagos artificiais, 93 quilômetros de vias para caminhadas e corridas, quase 10 km de vias para automóveis, cerca de 8 km de vias para cavalos, rinks de patinação no gelo, áreas gramadas para diversos esportes, assim como playgrounds para as crianças e espaços para atrações culturais.
Escolha se vai fazer a exploração a pé, correndo, pedalando (pode-se alugar bicicletas) ou mesmo de charrete. Se achar que precisa de ajuda, há passeios organizados, com guias turísticos. O reservatório divide o parque nas áreas Sul e Norte. A entrada mais ao Sul, perto do Plaza Hotel, leva ao Rink de Patinação, onde pode-se alugar equipamento ou simplesmente sentar para apreciar a vista. Um pouco mais acima e ao leste fica o Zoológico e, mesmo que não entre, poderá observar os animais bem próximos.
Adiante, perto do lago onde se alugam pequenos barquinhos de controle remoto, está a escultura de Alice no País das Maravilhas. Esta área e os playgrounds são as mais aproveitadas pelas crianças. Mais acima e ao oeste, na Boathouse, você pode acertar um passeio de barco. Na altura da Rua 72 está o “Strawberry Fields” e, ali pertinho, o “Imagine Mosaic”, dedicado à memória de John Lennon. Nesta área, do outro lado da rua, vê-se o Edifício Dakota, onde Lennon morou e, na frente do qual, foi assassinado. É na esquina e, para melhor identificação, observe que no alto do edifício existem figuras de índios, justamente os índios dakota, nativos norte-americanos.
Os fãs de cinema não podem perder o Belvedere Castle: locação certa de 2 a cada 3 filmes que utilizaram o parque. Na parte norte conheça o reservatório e o parque para crianças com necessidades especiais. As quadras de tênis também ficam nessa área. O parque é duas vezes maior que Mônaco e quase oito vezes maior que o Vaticano. Anualmente chega a receber 25 milhões de visitantes por ano. Projetado por Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux, o parque é administrado pelo Central Park Conservancy, uma organização sem fins lucrativos, em parceria com o Departamento de Parques e Recreação de Nova York.
O parque também recebe a visita de aves migratórias, o que acaba por atrair os “birdwatchers”. Uma boa dica é acordar e ir fazer um belo Cooper no Central Park. Se bater a fome, existem pelo caminho alguns quiosques, onde se pode tomar um café e comer um croissant fresquinho: quer melhor café da manhã do que esse?

 

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Central Park – Foto Internet

Soho

É a parte de Nova York onde se concentram galerias, lojas e boutiques famosas, onde são vendidas preciosas curiosidades. Destaque para a arquitetura de aço fundido, que abriga grandes lofts habitados por artistas. SoHo para quem ainda não sabe, é um acrônimo para South of Houston, ou seja, sul da Rua Houston. É um bairro que faz parte do desenvolvimento da cidade de NY, já que após os anos de 1850, a população que lá se encontrava mudou-se para Uptown, deixando espaços para empresas montarem seus warehouses (armazéns) e dominarem o espaço com edifícios de aço.
O SoHo ficou despovoado por um bom tempo, com fama de favelinha (Hell’s Hundred Acres), e após serem criadas leis trabalhistas pesadas por lá, os armazéns mudaram de lugar deixando o bairro completamente abandonado. Foi aí que nos anos 60 e 70, os artistas (sempre eles) começaram a se mudar devagarzinho para lá trazendo o burburinho que sempre os acompanha e o resto a gente já sabe. Todo mundo quer ir para lá, fazer igual, levar sua loja e quem é alguém em NY sempre passa por lá.
Hoje em dia, as lojas e restaurantes estão situados entre a Prince St. e Spring St. É um grande quadrado de quarteirões que merece ser esmiuçado, pois em cada cantinho você pode encontrar alguma coisa diferente! Agora, tem algumas lojas que descobri passeando mesmo, como a Pylones (que já tem corner na Daslu) na 60 Spring St. e a Apple. Aos sábados e domingos fica lotado de gente passeando. E se você quiser almoçar ou tomar um café, bons restaurantes é o que não faltam, recomendo o Soho Kitchen & Bar, o Mercer Kitchen, e o Balthazar todos são ótimos.
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Soho – Foto Internet

Tribeca

Sem a arquitetura e a fama do Soho, mas com suas atrações próprias, abriga galerias, bares e cafés em galpões abandonados. É um bairro muito frequentado por artistas.Chinatown

Dê uma volta na área ao sul da Broome Street e a oeste da Broadway e se sentirá como se estivesse num continente diferente. Não se ouve muito inglês falado nas ruas lotadas de Chinatown, com suas barracas de peixe, frutas e verduras. Este bairro de Manhattan é a maior comunidade chinesa fora da Ásia. Mesmo que alguns moradores eventualmente desertem rumo a uma das quatro Chinatowns na cidade (há duas em Queens e duas no Brooklyn), a chegada constante de imigrantes mantém este bairro pronto para explodir, com milhares de residentes legais e ilegais, espremidos na região ao longo da East Canal Street. Muitos moram e trabalham aqui. Alguns, nunca saem do bairro.
As ruas agitadas de Chinatown ficam ainda mais enlouquecidas na comemoração do Ano-Novo Chinês, em fevereiro e perto do 4 de Julho, quando a área torna-se fonte (ilegal) de fogos de artifício em Nova York. Há comida por toda a parte. Os mercados da Canal Street vendem alguns dos melhores e mais baratos frutos do mar e verduras da cidade – pode-se encontrar barris de enguias e siris vivos, pilhas de verduras e de rambutãs peludas (primas da lichia). Ambulantes vendem lanches que satisfazem, como bolinhos de carne de porco e panqueca doce.
A Mott Street, entre a Kenmare e a Worth Streets, é cheia de restaurantes representando virtualmente a cozinha de todas as províncias chinesas e de Hong Kong. A Bowery, a East Broadway e a Division Street são igualmente diversas. Acrescente ao mix a enorme quantidade de lojas e restaurantes indonésios, malaios, tailandeses e vietnamitas. Um local de interesse histórico é o Wing Fat Shopping, estranho e pequeno shopping subterrâneo, com entrada pela Chatham Square, que dizem ter sido uma parada da Underground Railroad, por volta de 1880, antes da chegada dos chineses à região. Uma estátua do filósofo chinês Confúcio, marca a Confucius Plaza, na esquina da Bowery com a Division Street.

No Columbus Park, na altura da Bayard e da Mulberry Streets, velhinhos jogam mahjong e dominó (ouve-se o barulho das peças do outro lado da rua), enquanto os mais novos praticam artes marciais. O Museum of Chinese in the Americas oferece exposições e eventos focando a experiência dos imigrantes chineses.

Wall Street

A Wall Street, na Lower Manhattan, é a rua do mais importante centro financeiro do mundo, onde fica aa Bolsa de Valores de Nova York, a mais importante dos Estados Unidos, e uma das mais importantes do mundo. Diz-se sobre a origem do nome dessa rua, que era literalmente uma parede (de lama e madeira) construída pelos holandeses por volta de 1652.

O significado dessa parede: diziam ser uma defesa contra possíveis ataques dos índios de Lenape, de colonizadores da Nova Inglaterra e dos Ingleses, mas de fato foi usada para manter os escravos negros dentro da colônia. A parede foi demolida pelos Ingleses em 1699.

Pier 17

O South Street Seaport é considerado um centro histórico e cultural importante da cidade. Localizado no coração do centro financeiro, no Pier 17, entre Fulton Street e East River. Nessa área há muitas edificações antigas de Nova York, incluindo suntuosos edifícios mercantis, o importante Mercado de Peixes, “Fulton Fish Market”, além do mais famoso porto da cidade, datado do século XVIII e revitalizado nos anos 80. Hoje estão atracadas caravelas restauradas, incluindo as famosas Flying P-Liner e Perking.

Há um centro de visitação, o South Street Seaport Museum, além de um moderno shopping a beira mar, com mais de 100 lojas, cafés, restaurantes, e vistas deslumbrantes para toda a região sul de Manhattan, incluindo o East River e a ponte do Brooklyn.
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Píer 17 – Foto Internet

Ponte do Brooklyn

É a mais antiga e mais famosa das pontes de Nova York. Inaugurada em 1883, foi por muito tempo a ponte pensil mais extensa e uma obra prima da engenharia, com seus cabos de suspensão. Liga Manhattan ao Brooklyn, passando sobre o East River. A vista da ponte é belíssima; um bom programa é caminhar no Brooklyn Promenade e depois cruzar a ponte, no sentido Brooklyn-Manhattan, chegando no parque do City Hall. Para os amantes da fotografia é imperdível.
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Ponte do Brooklyn – Foto Internet

Do Promenade é possível tirar aquela foto clássica do perfil da cidade, ver o extremo sul da ilha e, ao longe, a Estátua da Liberdade. Um bom passeio para se fazer a pé, de bicicleta ou até mesmo de patins. Talvez a melhor hora seja ao cair da tarde, quando pode-se observar o céu mudando de cor, as luzes da cidade se acendendo e criando um belo contraste: a ponte antiga frente aos edifícios iluminados.

Battery Park
É a região bem ao extremo sul da ilha de Manhattan e também um parque público (de 10 hectares) com esse nome, de frente para o porto de Nova York. O parque possui amplos jardins e é também o acesso à Ilha da Liberdade e à Ellis Island. O principal atrativo do parque é o Castelo Clinton.
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Battery Park – Foto Internet

Boa Viagem!

Serviço

United Nations Organization (ONU)
2 United Nations Plaza (entre 1a. Av. e as ruas 44 e 46)
New York, NY 10017

Empire States Builging
350 Fifth Ave. (at 34th St)
Nova York, NY
(212) 736-3100

Times Square (info)
Broadway e 7th Ave.
Nova York, NY
(212) 768-1560

Grand Central Station
89 East 42nd St. (at Vanderbilt Ave)
New York, NY 10017
(212) 490-6650

Central Park
Central Park S & 7th Ave (entre as ruas 59 e 110, 5a Ave e Central Park West)
New York, NY 10019
(212) 570-4820

South Street Seaport
Fulton & South Streets,
Pier 17
New York, NY, 10038

Colaboradora: Virginia Figliolini Schreuders

3 comentários em “Nova York II

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